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Abóbora cabotiá sobe 25% e berinjela recua 16,67% na CEASA/MS na 13ª semana de 2026

  • 30 mar 2026
  • Categorias:Geral
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Assessoria de comunicação

A Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul (CEASA/MS) divulgou a variação de preços registrada no mercado atacadista entre os dias 23 e 28 de março de 2026, referente à 13ª semana do ano. No período, os maiores destaques foram a abóbora cabotiá, que apresentou a maior alta da semana, e a berinjela, que registrou a maior queda.

Produtos que aumentaram

Entre os itens que mais valorizaram está a abóbora cabotiá (saco de 20 kg), com alta de 25%, passando de R$ 60,00 para R$ 80,00. A elevação é reflexo da redução da oferta no mercado. As chuvas ocorridas nas semanas anteriores continuam impactando as lavouras, provocando perdas no campo e dificultando a colheita. O excesso de umidade também favoreceu o apodrecimento de parte da produção, resultando em menor disponibilidade e queda na qualidade de alguns lotes.

Atualmente, a oferta nacional é abastecida principalmente pelos estados de Santa Catarina e Minas Gerais, que estão entre as maiores regiões produtoras, além de São Paulo. No entanto, mesmo com esses estados em produção, o volume disponível ainda é considerado limitado para atender plenamente o mercado. Além disso, há relatos de dificuldade em encontrar cargas para transporte, e os produtores que ainda possuem produto têm comercializado a preços mais elevados.

Abacaxi pérola

O abacaxi pérola (caixa de 20 kg) teve alta de 7,66%, subindo de R$ 120,00 para R$ 130,00. A valorização foi mais acentuada nesta semana, influenciada principalmente pelo aumento no preço do diesel, que encareceu o frete e impactou diretamente o custo do transporte até os centros de abastecimento. A CEASA/MS tem sido abastecida principalmente com frutas provenientes do Pará, estado que hoje responde por grande parte da oferta nacional, e devido à longa distância, o custo logístico se torna mais elevado.

As chuvas também contribuíram para a alta, já que em diversas áreas produtoras o excesso de precipitação provocou perdas nas lavouras, reduzindo a oferta. Além disso, no caso da variedade Havaí, utilizada na indústria de sucos, a demanda industrial também influencia o mercado, pois o processamento não exige padrão visual rigoroso, permitindo maior aproveitamento do produto.

A batata-doce (caixa de 20 kg) apresentou aumento de 10%, passando de R$ 90,00 para R$ 100,00. A alta está ligada às condições climáticas em São Paulo, que têm dificultado a colheita e comprometido a qualidade das raízes.

O melão espanhol (caixa de 13 kg) subiu 5,86%, passando de R$ 80,00 para R$ 85,00. Na CEAGESP, maior centro atacadista do país e referência nacional para redistribuição de hortifrutigranjeiros, os preços aumentaram pela terceira semana consecutiva. A alta está relacionada à redução da oferta do Rio Grande do Norte e do Ceará, em função do encerramento da campanha 2025/26, além das chuvas que continuam dificultando a colheita e afetando a qualidade das frutas.

Já no Vale do São Francisco (Bahia/Pernambuco), as chuvas diminuíram, permitindo retomada parcial da colheita e leve aumento no volume enviado ao Sul e Sudeste. Mesmo assim, a oferta ainda segue abaixo do observado em meses anteriores, sustentando a alta.

A melancia, comercializada por quilo, registrou aumento de 13,04%, passando de R$ 2,00 para R$ 2,30. A cotação voltou a subir devido às chuvas, que têm causado perdas nas lavouras e dificultado a colheita. Em muitas regiões, o excesso de umidade provoca rachaduras e estouro das frutas ainda no campo, além de perdas no armazenamento e comercialização.

As áreas em colheita também apresentam produtividade menor do que o previsto, reflexo das chuvas intensas durante o período de florada. Como consequência, a oferta de melancias de maior calibre encontra-se reduzida. Apesar disso, a qualidade das frutas segue satisfatória, o que também contribuiu para a elevação dos preços.

Produtos que diminuíram

A berinjela (caixa de 13 kg) registrou a maior queda da semana, com recuo de 16,67%, passando de R$ 60,00 para R$ 50,00. Após um período recente de forte alta, o mercado passou por ajuste devido ao aumento da oferta no campo. Com o fim das chuvas mais intensas, a produção se normalizou, resultando em maior volume disponível para comercialização.

Outro fator que contribuiu para a queda foi o período do mês, quando muitos consumidores apresentam menor poder de compra. Além disso, os preços elevados das semanas anteriores reduziram parte da demanda, já que a berinjela não é considerada um item essencial no consumo diário.

O caqui rama forte (caixa de 6 kg) apresentou queda de 7,69%, saindo de R$ 70,00 para R$ 65,00. O recuo é reflexo do início da safra da fruta, que ocorre principalmente entre fevereiro e maio.

O limão tahiti (caixa de 20 kg) recuou 11,11%, passando de R$ 50,00 para R$ 45,00. A queda está relacionada à maior oferta típica do período de safra, que amplia significativamente a disponibilidade do fruto destinado ao consumo de mesa.

O pepino comum (caixa de 23 kg) caiu 11,11%, passando de R$ 90,00 para R$ 80,00. A redução está ligada ao aumento da oferta com entrada de produto proveniente de outros estados, ampliando o volume disponível.

Já o pimentão verde (caixa de 12 kg) registrou queda de 10%, saindo de R$ 100,00 para R$ 90,00. Após semanas de alta, o recuo ocorreu devido ao aumento da oferta de estados como Espírito Santo e São Paulo.

Confira abaixo a variação de preços dos principais produtos da semana:

Altas:

Abóbora cabotiá (saco 20 kg): de R$ 60,00 para R$ 80,00 (+25,00%)
Abacaxi pérola (caixa 20 kg): de R$ 120,00 para R$ 130,00 (+7,66%)
Batata-doce (caixa 20 kg): de R$ 90,00 para R$ 100,00 (+10,00%)
Melão espanhol (caixa 13 kg): de R$ 80,00 para R$ 85,00 (+5,86%)
Melancia (kg): de R$ 2,00 para R$ 2,30 (+13,04%)

Quedas:

Berinjela (caixa 13 kg): de R$ 60,00 para R$ 50,00 (–16,67%)
Caqui rama forte (caixa 6 kg): de R$ 70,00 para R$ 65,00 (–7,69%)
Limão tahiti (caixa 20 kg): de R$ 50,00 para R$ 45,00 (–11,11%)
Pepino comum (caixa 23 kg): de R$ 90,00 para R$ 80,00 (–11,11%)
Pimentão verde (caixa 12 kg): de R$ 100,00 para R$ 90,00 (–10,00%)

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